quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Dra Evelyn Vinocur participa da Jornada da APERJ dias 28,29 e 30 de agosto 2008.

Dra Evelyn Vinocur está participando da JORNADA DA APERJ - Associação de Psiquiatria do Estado do Rio de Janeiro - no CBC, Colégio Brasileiro de Cirurgiões, em Botafogo. A jornada acontece nos dias 28, 29 e 30 de agosto de 2008.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

dra evelyn está no Congresso Aprender crianca em Ribeirao Preto

dra evelyn está no Congresso Aprender crianca em Ribeirao Preto

Dra Evelyn Viunocur está em Ribeirão Preto, S.P., no Congresso Aprender Criança, junto com as maiores referências da psiquiatria brasileira. O tema Neurociências e Neuroaprendizado vai ser abordado, junto com os transtornos de aprendizado, TDAH e outros. A dra Evelyn chega ao RJ na segunda feira, dia 25 de agosto de 2008.

dra evelyn está no Congresso Aprender crianca em Ribeirao Preto

dra evelyn está no Congresso Aprender crianca em Ribeirao Preto

Dra Evelyn Viunocur está em Ribeirão Preto, S.P., no Congresso Aprender Criança, junto com as maiores referências da psiquiatria brasileira. O tema Neurociências e Neuroaprendizado vai ser abordado, junto com os transtornos de aprendizado, TDAH e outros. A dra Evelyn chega ao RJ na segunda feira, dia 25 de agosto de 2008.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

tdah em foco

www.tdahemfoco.com.br

ATIVIDADE SEXUAL NO ADULTO DO GRUPO TDAH HIPERATIVO


ATIVIDADE SEXUAL NO ADULTO DO GRUPO TDAH HIPERATIVO
Inúmeras pesquisas mostram que os adultos com TDAH tipo hiperativo apresentam 20% a mais de desajustes sexuais em comparação ao grupo controle (=grupo que não tem TDAH), cujas queixas são apenas de 2,4%.
Quando avaliada a atividade sexual, viu-se que o grupo hiperativo, apesar de apresentar a mesma freqüência de relações sexuais do que o grupo controle, começa a ter relações sexuais em idade bem mais precoce (por volta de 15-16 anos) do que o grupo controle e que o grupo hiperativo apresentou duas vezes mais parceiros sexuais no período de um ano em relação ao grupo controle.
Não foi observada nenhuma diferença entre a taxa de disfunções sexuais nem quanto a diferenças na orientação sexual.
Diferença marcante foi observada em relação a grande taxa de rapazes hiperativos que haviam sido envolvidos como pais biológicos, com diferença de mais de nove (9!!) vezes, em relação ao grupo controle, o que corresponde a 38% para o grupo portador versus 4% para o grupo controle. Para as mulheres, a diferença foi ainda maior, de 68% versus 16%, com a taxa mais alta para mulheres do grupo hiperativo que se envolveram em gestações não planejadas.
Quatro vezes mais membros do grupo hiperativo (em relação ao grupo controle) também havia contraído uma doença sexualmente transmissível, 17% versus 4% e duas vezes mais haviam feito exame para HIV, 54% versus 21%.
Tais dados sugerem que as crianças hiperativas podem ter um estilo de vida sexual de alto risco ao atingirem a maturidade sexual, pois têm maior chance de serem pais precoces quando jovens e de contraírem doenças sexualmente transmissíveis.
Analisando-se os indicadores potenciais de vários desses riscos no grupo hiperativo vimos a associação entre uma maior prevalência de transtornos de conduta ao longo da vida e QI menor, com início mais precoce das relações sexuais. O risco de gravidez precoce também foi previsto no grupo onde aparecia o transtorno de conduta.
Em uma grande amostra de um estudo de seguimento com crianças hiperativas de uma comunidade observou-se que 19% delas haviam se tornado pais antes dos 26 anos. Fica claro a relação de transtorno de conduta e o aumento significativo do risco de paternidade precoce, em estudo com 499 homens acompanhados até a idade adulta.
Russell A. Barkley & cols. 2008





domingo, 17 de agosto de 2008

treine seu cérebro com neurofeedback, tratamento inovador para o TDAH


PESQUISA DO NIMH BUSCA TRATAMENTOS INOVADORES P/ CRIANÇAS COM TDAH.
O objetivo se volta para abordagens inovadoras no tratamento de crianças com TDAH. O TDAH é um transtorno mental ligado a problemas de atenção, hiperatividade e impulsividade, podendo, conforme o estudo, chegar a afetar até 8.7% das crianças. Apesar dos critérios citarem a presença de sintomas antes dos 7 anos, em muitos casos, os sintomas só serão diagnosticados tempos depois. Com a idade, a hiperatividade geralmente declina, ao contrário dos outros sintomas, por isso ser comum encontrarmos o TDAH associado a vários comprometimentos e prejuízos em vários setores da vida, adentrando a adolescência e a vida adulta.
L.Eugene Arnold, M.D., and Nicholas Lofthouse, Ph.D., of The Ohio State University, acompanharão um estudo usando neurofeedback ou EEG biofeedback, uma terapia alternative algumas vezes usadas para tartar o TDAH e outros transtornos. Enquanto estudos anteriores achavam o resultado valioso, as evidências científicas mostraram eficácia limitada. Durante uma sessão de neurofeedback, a pessoa recebe informações sobre a freqüência de suas ondas cerebrais, que depois pode ser usado para trazê-las deixando-a numa freqüência equivalente à de um cérebro saudável para se obter comportamentos mais desenvolvidos. O feedback recebido pela pessoa poderá ser visual, como um padrão de onda, ou áudio, como um beep. Os pesquisadores usarão uma tecnologia nova na qual as ondas do cérebro governam os controles de um videogame, desses que as crianças brincam sem saber se as ondas cerebrais estão em treinamento, no pano de fundo.
No estudo piloto, terão 36 meninos/as de 6 a 12 anos que receberão o EEG neurofeedback no contexto de um jogo no computador, ou um EEG placebo. No placebo, a criança experimenta efeitos de jogos pré-programados que não estão sensibilizados pela sua atividade de onda, ao contrário do outro grupo. As sessões são três vezes por semana e cada participante fará 40 sessões. Pais e professores das crianças irão medir os sintomas do TDAH regularmente. O achado deste estudo piloto poderá ajudar cientistas a desenvolver um estudo controlado, randomizado, em larga escala, com a finalidade de encontrar um tipo de abordagem não medicamentosa para o TDAH.
Science UpdateJune 5, 2008

#links

#links
http://www.nimh.nih.gov/science-news/2008/nimh-funds-research-to-find-best-treatments-for-children-with-autism-and-adhd-symptoms.shtml

TDAH em crianças Autistas e Asperger - novos tratamentos.


Pesquisa do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA - NIMH -buscam melhores formas de tratamento para crianças portadoras de Transtornos do Espectro Autístico com sintomas de TDAH.

Science UpdateJune 2, 2008

UMA nova pesquisa do NIMH busca melhores formas de tratamento para criancas portadoras de Desordens do Espectro Autístico com sintomas de TDAH. Sintomas de TDAH são comuns em criança portadoras de Transtornos do Espectro Autista, mas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) geralmente não respondem bem ao medicamento para o TDAH, o metilfenidato.Nessa experiência de 10 semanas, Benjamin Handen, Ph.D., of the University of Pittsburgh; Tristram Smith, Ph.D., of the University of Rochester; and Michael Aman, Ph.D., of the Ohio State University, reuníram 144 criancas de 5 a 13 anos com diagnóstico de TEA e sintomas de TDAH. Pesquisadores avaliarão segurança e eficácia dos dois tratamentos:1- com a atomoxetina – Strattera, um medicamento não estimulante, também usado no tratamento do TDAH2- treinamento de manejo parental (TMP) – onde os pais aprenderão a usar intervenções comportamentais (outro tratamento convencional para o TDAH) nessa população de crianças.As pesquisas serão randomizadas e as crianças submeter-se-ão a um dos 4 tipos de tratamento :- atomoxetina com TMP- atomoxetina sem TMP- placebo com TMP- placebo sem TMPApós o final das 10 semanas, os pesquisadores continuarão o seguimento em todos os participantes que responderem satisfatoriamente ao tratamento por 6 meses, para exame de seguranca, eficácia e tolerabilidade em tratamentos a mais longo prazo.Pesquisas já existentes sobre medicação e tratamento comportamental em crianças com TEA são escassas. Os achados desse estudo darão um posicionamento, um norteio para médicos e pais sobre as melhores formas de tratamento para muitas dessas crianças.

TDAH em crianças Autistas e Asperger - novos tratamentos.


Pesquisa do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA - NIMH -buscam melhores formas de tratamento para crianças portadoras de Transtornos do Espectro Autístico com sintomas de TDAH.
Science UpdateJune 2, 2008
UMA nova pesquisa do NIMH busca melhores formas de tratamento para criancas portadoras de Desordens do Espectro Autístico com sintomas de TDAH. Sintomas de TDAH são comuns em criança portadoras de Transtornos do Espectro Autista, mas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) geralmente não respondem bem ao medicamento para o TDAH, o metilfenidato.Nessa experiência de 10 semanas, Benjamin Handen, Ph.D., of the University of Pittsburgh; Tristram Smith, Ph.D., of the University of Rochester; and Michael Aman, Ph.D., of the Ohio State University, reuníram 144 criancas de 5 a 13 anos com diagnóstico de TEA e sintomas de TDAH. Pesquisadores avaliarão segurança e eficácia dos dois tratamentos:1- com a atomoxetina – Strattera, um medicamento não estimulante, também usado no tratamento do TDAH2- treinamento de manejo parental (TMP) – onde os pais aprenderão a usar intervenções comportamentais (outro tratamento convencional para o TDAH) nessa população de crianças.As pesquisas serão randomizadas e as crianças submeter-se-ão a um dos 4 tipos de tratamento :- atomoxetina com TMP- atomoxetina sem TMP- placebo com TMP- placebo sem TMPApós o final das 10 semanas, os pesquisadores continuarão o seguimento em todos os participantes que responderem satisfatoriamente ao tratamento por 6 meses, para exame de seguranca, eficácia e tolerabilidade em tratamentos a mais longo prazo.Pesquisas já existentes sobre medicação e tratamento comportamental em crianças com TEA são escassas. Os achados desse estudo darão um posicionamento, um norteio para médicos e pais sobre as melhores formas de tratamento para muitas dessas crianças.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Palestra sobre TDAH nas escolas da rede MV1


A dra EVELYN VINOCUR fará mais uma palestra sobre o TDAH no MV1 em Sao Gonçalo, amanhã, quarta feira, para pais e professores. Com direito a brunch. Vai ser as 18.30hs.

domingo, 10 de agosto de 2008

Sou adolescente, tenho TDAH e tô deprimido, vale a pena?


César ou "duca", como ele gosta de ser chamado, é o filho de uma grande amiga, muito embora a última vez que eu a vi, faz uns dois anos ou mais. Um sábado desses, quando a campainha tocou eu me assustei, afinal, eu não estava esperando nenhuma visita. Qual não foi a minha surpresa, quando o porteiro anunciou-me que havia um rapaz querendo falar comigo, de nome Duca. Duca? eu perguntei. Deve ser engano, eu não conheço rapaz nenhum com esse nome. Ele está na calçada, querendo entrar, o que eu faço, perguntou o porteiro? "Peraí", eu respondi, e fui até a varanda dar uma olhada no tal rapaz. De cima pra baixo a pessoa fica diferente, eu falei: - oi! e ele olhou pra cima e disse: oi, Evelyn! Nossa, quando eu ouvi aquela voz, num flash de segundo a minha mente foi envolta por anos de lembrança, do casamento da Vera, mãe do "duca", da gravidez proibida, da mala que eu emprestei pra Vera, nossa, um monte de lembranças, uma enxurrada delas... e é claro! é claro que agora eu me lembrava perfeitamente do duca, o duquinha! é claro! Pode mandar subir, eu disse ao porteiro. Bem, pra não prolongar muito a história, quero dizer a vocês que o duca me deixou com uma batata quente na mão. Ele estava ali, pedindo ajuda, pois não se lembrava de mais ninguém com quem pudesse contar. Sua mãe "surtou", como ele disse, e não quer saber de nada, já bateu o martelo, ou seja, disse ao filho que iria interná-lo. Que ele não tinha jeito mesmo, que nunca quis "lé com cré", que o pai dele é que foi certo de ter sumido de casa, que ele sempre dizia que o fiho nunca iria ser ninguém na vida, e blá, blá, blá ... o duca está usando drogas, não conseguiu terminar a sétima série, não trabalha, não ganha dinheiro, blá, blá, blá, ..., e está numa pior. Ele me disse que a mãe não tem moral nenhuma pra falar assim com ele, que a mãe é uma "louca", que bebe até cair, que não sabe o que quer, que sempre gritou com ele a vida toda, que sempre infernizou a vida dele, e o que ela quer agora? Interná-lo? "- Se ela me internar, eu juro por tudo, eu nunca mais vou perdoá-la, nunca mais vou olhar pra cara dela!" "- O que vocês fariam no meu lugar? Alguém me dá uma dica?" Entre trapos e farrapos, papo vai papo vem, muitas idas e vindas, ficou claro pra mim que o duca estava muito deprimido. Sentindo-se sozinho, desacreditado, se achando um azarado, um porcalhão, que só fazia m., um mentiroso, um podre, um lixo bichado, blá, blá, ..., nossa, coitado do duca... fiquei sabendo por ele, que sua mãe pensa que ele está indo num curso técnico de mecânica mas que ao invés de ir, ele ia para os morros pra conseguir droga e que ele estava preocupado por que um dia a mãe iria descobrir, e aí? ele me disse que a mãe pegou a droga no bolso dele e aí, a vida dele não teve mais sossego e ela estava fazendo a maior pressão pra interná-lo. Duca estava com 24 anos, magro, abatido, fumou um cigarro atrás do outro enquanto esteve ali comigo. Falou que depois dos 15 anos, ele só foi piorando, passou a detestar a escola, lugar onde ele era obrigado a ficar sem entender nada, sem ter amigos (pois ele era maltratado pelos garotos da turma) e uns professores horríveis, que ele olhava pro quadro e parecia que sua cabeça não tinha cérebro, que ele estava sem memória, errava tudo, perdia tudo, morria de vergonha das pessoas, e então faltava mais que ia e só foi ficando em recuperação até que um dia não deu mais, a mãe foi chamada e ele foi convidado a sair do colégio, por estar andando com um grupinho da pior qualidade (foi quem introduziu a maconha na vida dele). Tentou mais dois colégios mas não aguentou nem 2 semanas. Tentou morar com a avó em Itaipava no ano passado, e segundo ele, desde ali, passou a ter vontade de morrer, de sumir, se sentindo um fracassado, e cada vez mais viciado. A avó não suportou ver o neto assim e ele teve que voltar pra casa da mãe, que só sabe dar castigos e lição de moral. Depois de umas duas horas que estávamos ali conversando, ele me disse que ele tinha um "troço". Troço? o que? "- um tal de DDA". "- Minha mãe me levou num médico amigo dela e ele ficou falando comigo mais de uma hora e no final ele disse que eu tinha várias doenças que eu teria que tratar, senão eu só iria piorar cada vez mais." Ele disse que eu estava deprimido, possivelmente pelo uso das drogas, e que eu tinha esse tal de dda. Passou um monte de remédios pra mim. Minha mãe disse que eu só dava despesa pra ela, que era só isso o que eu sabia fazer, dar despesa pra ela. Ficou louca quando viu o preço da receita, quase trezentos reais!! e antes que ela desse um vexame na farmácia, eu peguei a receita da mão dela e saí correndo da maldita farmácia e fiquei na casa de um cara aí, por uns três dias, ... eu estou acabado. Entre choro e desgraça, combinei com o duca que eu tentaria falar com a mãe dele e que tentaria acalmá-la e conversar com ela sobre tentarmos uma outra solução para o problema dele. De fato, uns dias após a nossa conversa, eu ainda estava chocada, me lembrava muito de quando a Vera alisava a barriga dizendo que o filho dela seria um grande homem, como o pai, da alegria dela pintando o quarto do filho, mas também me lembrei de que ela fumou a gravidez toda e como aquilo a deixava culpada... Combinei um café com a Vera na minha casa, no sábado seguinte. Ela não veio mas veio no outro, 2 semanas depois. Nossa, conversamos muito, ela falou do TDAH do filho, que desde os 12 anos havia sido diagnosticado, mas que os avós, pais dela, não deixaram o duca tomar, por se tratar de remédio de faixa preta. Nossa, e falou de tanta coisa... falou que o duca já tinha tentado o suicídio uma vez, há uns anos atrás... e que ele vivia deprimido, sozinho e calado. Disse que essa "longa novela" já ia pra lá de dez anos e que ela já tinha "jogado a toalha". Que não aguentava mais e que ia pedir a um médico, primo dela, que fosse dar um passeio com o duca, sem que ele soubesse, e o levasse para um hospital psiquiátrico. Disse que ela não tinha outra opção. Que já havia tentado tudo. Que ele acabou com a vida dela, Vera. --- Eu fiquei com um bolo na garganta, não subia nem descia. Sem mais nada dizer, ela se levantou e foi embora. Pediu que eu ficasse longe do filho porque eu não podia fazer nada pelo duca. "- E se ele se matar, já pensou? Eu não iria me perdoar... pelo menos internado, eu tenho a sensação de ter feito o melhor pra ele e o mais seguro." E foi. E eu fiquei ali, igual estátua, por um longo tempo, pensando em tudo o que ela havia me dito. Agradeci pelos filhos que tenho e fui tomar um banho e um tylenol pois a minha cabeça parecia ter uns 600kg...
A Depressão é um fator de risco para o agravamento das dificuldades apresentadas pelos portadores de TDAH e é encontrada freqüentemente como sendo uma das comorbidades do TDAH. Sempre que atendermos uma criança ou um adolescente ou um adulto deprimido, temos que tratar a depressão, é claro, mas logo que o quadro depressivo estiver controlado, temos que fazer uma triagem para o TDAH. Afinal, podemos estar diante de uma comorbidade. O TDAH quase nunca vem sozinho. DEPRESSÃO e uso de álcool e ou drogas fazem parte das comorbidades do TDAH.A % de comorbidade entre depressão e o TDAH é alta, podendo chegar a mais de 20%, e compromete a adaptação e o desenvolvimento da criança. Na depressão, o humor é triste ou irritável, com perda de interesse por atividades que eram prazerosas, alterações no apetite e no sono, lentificação psicomotora, fadiga fácil, culpa excessiva e as vezes, idéias de suicídio. Podem apresentar sintomas de somatização, como náuseas, dor de barriga, ou outros, principalmente perto das provas. Em crianças menores a depressão pode apresentar ausência de crescimento e ganho de peso, além de retraimento social, recusa em ir à escola, irritabilidade e agressividade.Adolescentes deprimidos tendem a apresentar alterações de conduta e abuso de álcool e drogas. Um episódio depressivo em crianças dura em média 7 meses e meio e apresenta risco de recorrência de 72% em um período de 5 anos. Em adultos, a situação se complica ainda mais, com alto impacto adverso.A presença da depressão sobreposta ao TDAH exacerba as dificuldades, com piora da capacidade atentiva e mnemônica, queda acentuada do rendimento escolar, sensação de fracasso e agravamento da baixa auto-estima. A depressão pode aumentar a agitação psicomotora e a impulsividade das crianças com TDAH, tornando-as mais expostas a acidentes e comportamentos disruptivos.A % de depressão em TDAH é de 14% segundo Souza e cols., 2001, GEDA. Crianças com TDAH tem prevalência muito maior para depressão do que crianças com diversas dificuldades escolares e sem o diagnóstico de TDAH, mostrando a alta prevalência de depressão com o TDAH. Viu-se que embora o TDAH seja um fator de risco para a depressão, a remissão do TDAH não determinava, necessariamente, a remissão da depressão. TDAH e depressão parecem ter cursos distintos ao longo da vida e representam uma comorbidade verdadeira que merece atenção clínica.Quanto ao tratamento, o (MPH) metilfenidato é a droga de primeira escolha para o tratar o TDAH. A associação do MPH com um ISRS-inibidor seletivo de recaptação de serotonina (sertralina ou fluoxetina) mostra resultado eficaz e seguro. Começar tratando a depressão e depois associar o metilfenidato(ritalina ou concerta).
Conclusão: De tudo, eu lamento que a família tenha impedido o tratamento do TDAH do duca. Saabemos que quanto maior o número de comorbidades, pior a evolução do quadro e pior o prognóstico. E espero que sua mãe esteja certa e que ele saia bem da internação e que dê continuidade ao seu tratamento. O TDAH se não é curável, é tratável, e pode evoluir muito satisfatoriamente em muitos casos.

Escala de avaliação de TDAH em Adultos, ASRS 18


Escala de avaliação de TDAH em Adultos
O questionário abaixo é denominado ASRS-18 e foi desenvolvido por pesquisadores em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Esta é a versão validada no Brasil. Referência: Mattos P.e cols. Adaptação Transcultural para o Português da Escala Adult Self-Report Scale (ASRS – 18 versão 1.1) para avaliação de sintomas do TDAH em adultos. Revista Brasileira de Psiquiatria.
IMPORTANTE: Lembre-se que o diagnóstico definitivo só pode ser fornecido por um profissional.
Por favor, responda as perguntas abaixo se avaliando de acordo com os critérios:

- NUNCA

- RARAMENTE

- AS VEZES

- FREQUENTEMENTE

- MUITO FREQUENTEMENTE

Após responder cada uma das perguntas, veja a frequencia que corresponde a como você se sentiu e se comportou nos últimos seis meses.
1. Com que freqüência você comete erros por falta de atenção quando tem de trabalhar num projeto chato ou difícil?
2. Com que freqüência você tem dificuldade para manter a atenção quando está fazendo um trabalho chato ou repetitivo?
3. Com que freqüência você tem dificuldade para se concentrar no que as pessoas dizem, mesmo quando elas estão falando diretamente com você?
4. Com que freqüência você deixa um projeto pela metade depois de já ter feito as partes mais difíceis?
5. Com que freqüência você tem dificuldade para fazer um trabalho que exige organização?
6. Quando você precisa fazer algo que exige muita concentração, com que freqüência você evita ou adia o início?
7. Com que freqüência você coloca as coisas fora do lugar ou tem de dificuldade de encontrar as coisas em casa ou no trabalho?
8. Com que freqüência você se distrai com atividades ou barulho a sua volta?
9. Com que freqüência você tem dificuldade para lembrar de compromissos ou obrigações?

Parte A
1. Com que freqüência você fica se mexendo na cadeira ou balançando as mãos ou os pés quando precisa ficar sentado (a) por muito tempo?
2. Com que freqüência você se levanta da cadeira em reuniões ou em outras situações onde deveria ficar sentado (a)?
3. Com que freqüência você se sente inquieto (a) ou agitado (a)?
4. Com que freqüência você tem dificuldade para sossegar e relaxar quando tem tempo livre para você?
5. Com que freqüência você se sente ativo (a) demais e necessitando fazer coisas, como se estivesse “com um motor ligado”?
6. Com que freqüência você se pega falando demais em situações sociais?
7. Quando você está conversando, com que freqüência você se pega terminando as frases das pessoas antes delas?
8. Com que freqüência você tem dificuldade para esperar nas situações onde cada um tem a sua vez?
9. Com que freqüência você interrompe os outros quando eles estão ocupados?
Parte B
Como avaliar:
Se os itens de desatenção da parte A (1 a 9) E/OU os itens de hiperatividade-impulsividade da parte B (1 a 9) têm várias respostas marcadas como FREQUENTEMENTE ou MUITO FREQUENTEMENTE existe chances de ser portador de TDAH (pelo menos 4 em cada uma das partes).O questionário ASRS-18 é útil para avaliar apenas o primeiro dos critérios (critério A) para se fazer o diagnóstico. Existem outros critérios que também são necessários.
IMPORTANTE: Não se pode fazer o diagnóstico de TDAH apenas com os sintomas descritos na tabela! Veja abaixo os demais critérios.
CRITÉRIO A: Sintomas (vistos na tabela acima)
CRITÉRIO B: Alguns desses sintomas devem estar presentes desde precocemente (antes dos 7 ou 12 anos).
CRITÉRIO C: Existem problemas causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (por ex., no trabalho, na vida social, na faculdade e no relacionamento conjugal ou familiar).
CRITÉRIO D: Há problemas evidentes por conta dos sintomas.
CRITÉRIO E: Se existe um outro problema (tal como depressão, deficiência mental, psicose, etc.), os sintomas não podem ser atribuídos exclusivamente a ele.

domingo, 3 de agosto de 2008

I Grupo de portadores/familiares de TDAH c/ incentivo à leitura.




O primeiro grupo de apoio a portadores e familiares de TDAH, ocorrido na última sexta feira em vila isabel, foi muito produtivo.

Todos os participantes contribuíram com suas experiências pessoais, familiares e a troca foi muito positiva. Tivemos a presença de portadores, avô, avó, mães e dois adolescentes que enriqueceram muito o grupo.
Tenho certeza de que todos saíram com mais entendimento a cerca do TDAH bem como puderam esclarecer dúvidas e colocar seus pontos de vista.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

GRUPO DE APOIO A PORTADORES DE TDAH E SEUS FAMILIARES, A SUA PRESENÇA É SUPER IMPORTANTE!


GRUPO DE APOIO DE TDAH

TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

EM VILA ISABEL
(sem custos)

APOIO :

AMETA - ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS DA TIJUCA E ADJACÊNCIAS
JANSSEN -CILAG LABORATÓRIO
NOVARTIS LABORATÓRIO

COMPAREÇA E LEVE SEUS FAMILIARES !
Dra. Evelyn Vinocur - psiquiatra/pediatra

Rita Tavares - Psicóloga

DIA 1
DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA, AS 18 HORAS.
ENDEREÇO: AV. 28 DE SETEMBRO 389 - 7o andar - AUDITÓRIO.


CONFIRME A SUA PRESENÇA PELO EMAIL:
evelynvin@hotmail.com


OU P/ TELEFONES (CASO NÃO POSSA ATENDER, FAVOR DEIXAR RECADO COM NOME E TELEFONE NA CAIXA POSTAL)
(O21) 9989-5798
(021) 2576-5198

FALAREMOS SOBRE O TDAH E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

AQUI, VOCÊ PODE TIRAR TODAS AS SUAS DÚVIDAS

TRAGA SEUS FAMILIARES

A INFORMAÇÃO E O SABER SÃO FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DO TRATAMENTO
DISTRIBUIREMOS FOLHETOS EXPLICATIVOS SOBRE O TDAH
DISPONIBILIZAREMOS BIBLIOGRAFIA ESPECIALIZADA
LINKS ESPECIALIZADOS
FAZEMOS PALESTRAS NAS ESCOLAS

ORIENTAMOS COMO A FAMÍLIA DEVE PROCEDER EM CASA

ORIENTAMOS PROFESSORES NO MENEJO DO TRANSTORNO EM SALA DE AULA

NOSSO GRUPOS SÃO MENSAIS

A SUA PRESENÇA É SUPER IMPORTANTE!!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Como é a resposta do portador que usa a ritalina ou concerta?



AVALIAçãO DA RESPOSTA AO TRATAMENTO COM METILFENIDATO EM PACIENTES COM TRANSTORNO DE DéFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE COM E SEM CRITÉRIO DE IDADE DE INíCIO DE SINTOMAS ANTES DOS 7 ANOS

Marcelo Calcagno Reinhardt - Psiquiatra (UFPEL), Especialista em Psiquiatria da Infância e da Adolescência (UFRGS), Mestre em Psiquiatria (UFRGS). marcelo_calcagno@hotmail.comIntrodução: O Transtorno de Déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH) é um transtorno psiquiátrico que causa prejuízo significativo desde a infância, mas que igualmente tem um impacto negativo na vida adulta, para aqueles indivíduos que permanecem com o transtorno. Cada vez mais, os sistemas classificatórios modernos definem os transtornos mentais a partir de dados provenientes de pesquisas bem conduzidas metodologicamente. O critério de idade de início de sintomas causando prejuízo antes dos 7 anos para o diagnóstico de TDAH, presente tanto no Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais – 4ª Edição (DSM-IV) quanto de uma forma modificada na Classificação Internacional de Doenças – 10ª Edição (CID-10), foi determinado por uma decisão de comitê. Estudos iniciais não têm corroborado a validade desse critério para o diagnóstico do transtorno.Objetivos: Esse estudo tem por objetivo avaliar a resposta ao tratamento com metilfenidato em pacientes com TDAH com e sem o critério de idade de início dos sintomas, mas que preenchem todos os demais critérios da DSM-IV para TDAH. Métodos: Foram avaliadas duas amostras clínicas independentes provenientes do Programa de TDAH da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – PRODAH/UFRGS, sendo uma composta de 180 crianças e adolescentes (4–17 anos de idade) e a outra composta de 111 adultos (18 anos de idade ou mais). A medicação utilizada foi o metilfenidato, sendo a dose mínima de 0.30mg/kg/dia. A resposta ao tratamento foi avaliada em sujeitos sem tratamento prévio com metilfenidato, utilizando-se a Escala Swanson, Nolan e Pelham – versão IV (SNAP IV) na linha de base e depois de 1 mês de tratamento. Os dados foram coletados entre Janeiro de 2000 e Janeiro de 2006.Resultados: Em ambas as amostras estudadas os sujeitos com diagnóstico de TDAH pleno não tiveram uma resposta melhor ao metilfenidato em doses ao redor de 0.50mg/kg/dia do que os sujeitos com TDAH de início tardio. Na amostra de adultos, encontrou-se uma resposta melhor ao metilfenidato para os sujeitos com TDAH de início tardio em comparação àqueles com diagnóstico pleno, mesmo após ajuste para confundidores (escore total do SNAP-IV na linha de base, tipos de TDAH) (crianças e adolescentes: F = 0.865, p = .354; adultos: F = 5.760, p = .018). Conclusão: Os resultados corroboram aqueles encontrados nos demais estudos que questionam a validade deste critério de idade de início de sintomas para o diagnóstico do TDAH. Nossos resultados sugerem que os clínicos devem considerar a possibilidade do tratamento com metilfenidato para os sujeitos com TDAH de início tardio.

Referência Completa: Reinhardt, MC. Avaliação da Resposta ao Tratamento com Metilfenidato em Pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade com e sem Critério de Idade de Início de Sintomas antes dos 7 anos. Porto Alegre, RS, 2007. 119 p. Tese (Mestrado) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

como os medicamentos agem no cérebro do TDAH


Fonte: Biological Psychiatry , 26/06/2006
Embora milhões de pessoas dependam de medicamentos como a Ritalina para aliviar os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os cientistas não sabem com precisão como essas drogas agem no cérebro.
Mas o novo trabalho da University of Wisconsin-Madison está começando a esclarecer um pouco o mistério. Os pesquisadores relatam que essas drogas primeiramente atingem o córtex pré-frontal, uma região do cérebro que está associada com atenção, tomada de decisão e expressão de personalidade do indivíduo.
A descoberta pode ser inestimável na busca de novos tratamentos para TDAH e surge no momento em que existe uma grande preocupação pública sobre o abuso de medicamentos para TDAH.
"Tem havido uma grande preocupação sobre dar drogas potencialmente aditivas para crianças com TDAH", disse o principal autor Craig Berridge, professor de psicologia na UW-Madison. Mas para que surjam drogas melhores, precisamos primeiro saber como as drogas atuais agem".
Um distúrbio do comportamento que atinge tanto crianças quanto adultos, o TDAH é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e incapacidade de se concentrar. O National Institute of Mental Health estima que 2 milhões de crianças nos EUA sofram da doença, e entre 30 e 70% delas continuam apresentando os sintomas durante a fase adulta. Apesar de a preocupação pública com o tratamento de uma condição comportamental com medicamentos, os médicos continuam a prescrever medicamentos como Adderall, Ritalina de Dexedrina porque funcionam melhor do que qualquer outra coisa.
As drogas para TDAH pertencem à classe de estimulantes, que aumentam os níveis de dois neurotransmissores, ou mensageiros químicos no cérebro, conhecidos como dopamina e norepinefrina. Acredita-se que a dopamina desempenhe um papel na formação da memória e no início de comportamentos aditivos, enquanto que a norepinefrina tem sido associada com excitação e atenção.
Berridge diz que os cientistas sabem pouco sobre como as drogas para TDAH funcionam porque estudos passados examinaram os efeitos dos medicamentos em altas doses. Altas doses de estimulantes podem causar picos nos níveis de neurotransmissores no cérebro, que podem prejudicar a atenção e aumentar o risco de desenvolver dependência.
Berridge e sua equipe monitoraram os níveis de neurotransmissores em três diferentes regiões cerebrais diferentes: o córtex pré-frontal e duas áreas cerebrais menores conhecidas como acumbens, que foi associada com o processo de recompensa, e o septo medial, associado com alerta e movimento.
Trabalhando com ratos, os pesquisadores conduziram testes laboratoriais e comportamentais para assegurar que as doses das drogas nos animais eram funcionalmente equivalentes às doses prescritas aos humanos. Usando um tipo de sonda cerebral - um processo conhecido como microdiálise - os pesquisadores mediram a concentração de dopamina e norepinefrina nas três diferentes áreas cerebrais, tanto na presença como na ausência de baixas doses do medicamento.
Sob a influência de drogas para TDAH, os níveis de dopamina e norepinefrina aumentaram no córtex pré-frontral dos ratos. Entretanto, os níves no septo medial e acumbens permaneceram praticamente os mesmos.
"Nosso trabalho fornece importantes informações sobre a importância de considerar o córtex pré-frontal como alvo ao tratar o TDAH", disse Berridge. Em particular, se quisermos produzir novas drogas para TDAH, precisamos focar nos neurotransmissores no córtex pré-frontal.
Estudo mostra como medicamentos para TDAH agem no cérebro
Fonte: Biological Psychiatry , 26/06/2006
Embora milhões de pessoas dependam de medicamentos como a Ritalina para aliviar os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os cientistas não sabem com precisão como essas drogas agem no cérebro.
Mas o novo trabalho da University of Wisconsin-Madison está começando a esclarecer um pouco o mistério. Os pesquisadores relatam que essas drogas primeiramente atingem o córtex pré-frontal, uma região do cérebro que está associada com atenção, tomada de decisão e expressão de personalidade do indivíduo.
A descoberta pode ser inestimável na busca de novos tratamentos para TDAH e surge no momento em que existe uma grande preocupação pública sobre o abuso de medicamentos para TDAH.
"Tem havido uma grande preocupação sobre dar drogas potencialmente aditivas para crianças com TDAH", disse o principal autor Craig Berridge, professor de psicologia na UW-Madison. Mas para que surjam drogas melhores, precisamos primeiro saber como as drogas atuais agem".
Um distúrbio do comportamento que atinge tanto crianças quanto adultos, o TDAH é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e incapacidade de se concentrar. O National Institute of Mental Health estima que 2 milhões de crianças nos EUA sofram da doença, e entre 30 e 70% delas continuam apresentando os sintomas durante a fase adulta. Apesar de a preocupação pública com o tratamento de uma condição comportamental com medicamentos, os médicos continuam a prescrever medicamentos como Adderall, Ritalina de Dexedrina porque funcionam melhor do que qualquer outra coisa.
As drogas para TDAH pertencem à classe de estimulantes, que aumentam os níveis de dois neurotransmissores, ou mensageiros químicos no cérebro, conhecidos como dopamina e norepinefrina. Acredita-se que a dopamina desempenhe um papel na formação da memória e no início de comportamentos aditivos, enquanto que a norepinefrina tem sido associada com excitação e atenção.
Berridge diz que os cientistas sabem pouco sobre como as drogas para TDAH funcionam porque estudos passados examinaram os efeitos dos medicamentos em altas doses. Altas doses de estimulantes podem causar picos nos níveis de neurotransmissores no cérebro, que podem prejudicar a atenção e aumentar o risco de desenvolver dependência.
Berridge e sua equipe monitoraram os níveis de neurotransmissores em três diferentes regiões cerebrais diferentes: o córtex pré-frontal e duas áreas cerebrais menores conhecidas como acumbens, que foi associada com o processo de recompensa, e o septo medial, associado com alerta e movimento.
Trabalhando com ratos, os pesquisadores conduziram testes laboratoriais e comportamentais para assegurar que as doses das drogas nos animais eram funcionalmente equivalentes às doses prescritas aos humanos. Usando um tipo de sonda cerebral - um processo conhecido como microdiálise - os pesquisadores mediram a concentração de dopamina e norepinefrina nas três diferentes áreas cerebrais, tanto na presença como na ausência de baixas doses do medicamento.
Sob a influência de drogas para TDAH, os níveis de dopamina e norepinefrina aumentaram no córtex pré-frontral dos ratos. Entretanto, os níves no septo medial e acumbens permaneceram praticamente os mesmos.
"Nosso trabalho fornece importantes informações sobre a importância de considerar o córtex pré-frontal como alvo ao tratar o TDAH", disse Berridge. Em particular, se quisermos produzir novas drogas para TDAH, precisamos focar nos neurotransmissores no córtex pré-frontal.
Estudo mostra como medicamentos para TDAH agem no cérebro
Fonte: Biological Psychiatry , 26/06/2006
Embora milhões de pessoas dependam de medicamentos como a Ritalina para aliviar os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os cientistas não sabem com precisão como essas drogas agem no cérebro.
Mas o novo trabalho da University of Wisconsin-Madison está começando a esclarecer um pouco o mistério. Os pesquisadores relatam que essas drogas primeiramente atingem o córtex pré-frontal, uma região do cérebro que está associada com atenção, tomada de decisão e expressão de personalidade do indivíduo.
A descoberta pode ser inestimável na busca de novos tratamentos para TDAH e surge no momento em que existe uma grande preocupação pública sobre o abuso de medicamentos para TDAH.
"Tem havido uma grande preocupação sobre dar drogas potencialmente aditivas para crianças com TDAH", disse o principal autor Craig Berridge, professor de psicologia na UW-Madison. Mas para que surjam drogas melhores, precisamos primeiro saber como as drogas atuais agem".
Um distúrbio do comportamento que atinge tanto crianças quanto adultos, o TDAH é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e incapacidade de se concentrar. O National Institute of Mental Health estima que 2 milhões de crianças nos EUA sofram da doença, e entre 30 e 70% delas continuam apresentando os sintomas durante a fase adulta. Apesar de a preocupação pública com o tratamento de uma condição comportamental com medicamentos, os médicos continuam a prescrever medicamentos como Adderall, Ritalina de Dexedrina porque funcionam melhor do que qualquer outra coisa.
As drogas para TDAH pertencem à classe de estimulantes, que aumentam os níveis de dois neurotransmissores, ou mensageiros químicos no cérebro, conhecidos como dopamina e norepinefrina. Acredita-se que a dopamina desempenhe um papel na formação da memória e no início de comportamentos aditivos, enquanto que a norepinefrina tem sido associada com excitação e atenção.
Berridge diz que os cientistas sabem pouco sobre como as drogas para TDAH funcionam porque estudos passados examinaram os efeitos dos medicamentos em altas doses. Altas doses de estimulantes podem causar picos nos níveis de neurotransmissores no cérebro, que podem prejudicar a atenção e aumentar o risco de desenvolver dependência.
Berridge e sua equipe monitoraram os níveis de neurotransmissores em três diferentes regiões cerebrais diferentes: o córtex pré-frontal e duas áreas cerebrais menores conhecidas como acumbens, que foi associada com o processo de recompensa, e o septo medial, associado com alerta e movimento.
Trabalhando com ratos, os pesquisadores conduziram testes laboratoriais e comportamentais para assegurar que as doses das drogas nos animais eram funcionalmente equivalentes às doses prescritas aos humanos. Usando um tipo de sonda cerebral - um processo conhecido como microdiálise - os pesquisadores mediram a concentração de dopamina e norepinefrina nas três diferentes áreas cerebrais, tanto na presença como na ausência de baixas doses do medicamento.
Sob a influência de drogas para TDAH, os níveis de dopamina e norepinefrina aumentaram no córtex pré-frontral dos ratos. Entretanto, os níves no septo medial e acumbens permaneceram praticamente os mesmos.
"Nosso trabalho fornece importantes informações sobre a importância de considerar o córtex pré-frontal como alvo ao tratar o TDAH", disse Berridge. Em particular, se quisermos produzir novas drogas para TDAH, precisamos focar nos neurotransmissores no córtex pré-frontal.
Estudo mostra como medicamentos para TDAH agem no cérebro
Fonte: Biological Psychiatry , 26/06/2006
Embora milhões de pessoas dependam de medicamentos como a Ritalina para aliviar os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os cientistas não sabem com precisão como essas drogas agem no cérebro.
Mas o novo trabalho da University of Wisconsin-Madison está começando a esclarecer um pouco o mistério. Os pesquisadores relatam que essas drogas primeiramente atingem o córtex pré-frontal, uma região do cérebro que está associada com atenção, tomada de decisão e expressão de personalidade do indivíduo.
A descoberta pode ser inestimável na busca de novos tratamentos para TDAH e surge no momento em que existe uma grande preocupação pública sobre o abuso de medicamentos para TDAH.
"Tem havido uma grande preocupação sobre dar drogas potencialmente aditivas para crianças com TDAH", disse o principal autor Craig Berridge, professor de psicologia na UW-Madison. Mas para que surjam drogas melhores, precisamos primeiro saber como as drogas atuais agem".
Um distúrbio do comportamento que atinge tanto crianças quanto adultos, o TDAH é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e incapacidade de se concentrar. O National Institute of Mental Health estima que 2 milhões de crianças nos EUA sofram da doença, e entre 30 e 70% delas continuam apresentando os sintomas durante a fase adulta. Apesar de a preocupação pública com o tratamento de uma condição comportamental com medicamentos, os médicos continuam a prescrever medicamentos como Adderall, Ritalina de Dexedrina porque funcionam melhor do que qualquer outra coisa.
As drogas para TDAH pertencem à classe de estimulantes, que aumentam os níveis de dois neurotransmissores, ou mensageiros químicos no cérebro, conhecidos como dopamina e norepinefrina. Acredita-se que a dopamina desempenhe um papel na formação da memória e no início de comportamentos aditivos, enquanto que a norepinefrina tem sido associada com excitação e atenção.
Berridge diz que os cientistas sabem pouco sobre como as drogas para TDAH funcionam porque estudos passados examinaram os efeitos dos medicamentos em altas doses. Altas doses de estimulantes podem causar picos nos níveis de neurotransmissores no cérebro, que podem prejudicar a atenção e aumentar o risco de desenvolver dependência.
Berridge e sua equipe monitoraram os níveis de neurotransmissores em três diferentes regiões cerebrais diferentes: o córtex pré-frontal e duas áreas cerebrais menores conhecidas como acumbens, que foi associada com o processo de recompensa, e o septo medial, associado com alerta e movimento.
Trabalhando com ratos, os pesquisadores conduziram testes laboratoriais e comportamentais para assegurar que as doses das drogas nos animais eram funcionalmente equivalentes às doses prescritas aos humanos. Usando um tipo de sonda cerebral - um processo conhecido como microdiálise - os pesquisadores mediram a concentração de dopamina e norepinefrina nas três diferentes áreas cerebrais, tanto na presença como na ausência de baixas doses do medicamento.
Sob a influência de drogas para TDAH, os níveis de dopamina e norepinefrina aumentaram no córtex pré-frontral dos ratos. Entretanto, os níves no septo medial e acumbens permaneceram praticamente os mesmos.
"Nosso trabalho fornece importantes informações sobre a importância de considerar o córtex pré-frontal como alvo ao tratar o TDAH", disse Berridge. Em particular, se quisermos produzir novas drogas para TDAH, precisamos focar nos neurotransmissores no córtex pré-frontal.
Estudo mostra como medicamentos para TDAH agem no cérebro
Fonte: Biological Psychiatry , 26/06/2006
Embora milhões de pessoas dependam de medicamentos como a Ritalina para aliviar os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os cientistas não sabem com precisão como essas drogas agem no cérebro.
Mas o novo trabalho da University of Wisconsin-Madison está começando a esclarecer um pouco o mistério. Os pesquisadores relatam que essas drogas primeiramente atingem o córtex pré-frontal, uma região do cérebro que está associada com atenção, tomada de decisão e expressão de personalidade do indivíduo.
A descoberta pode ser inestimável na busca de novos tratamentos para TDAH e surge no momento em que existe uma grande preocupação pública sobre o abuso de medicamentos para TDAH.
"Tem havido uma grande preocupação sobre dar drogas potencialmente aditivas para crianças com TDAH", disse o principal autor Craig Berridge, professor de psicologia na UW-Madison. Mas para que surjam drogas melhores, precisamos primeiro saber como as drogas atuais agem".
Um distúrbio do comportamento que atinge tanto crianças quanto adultos, o TDAH é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e incapacidade de se concentrar. O National Institute of Mental Health estima que 2 milhões de crianças nos EUA sofram da doença, e entre 30 e 70% delas continuam apresentando os sintomas durante a fase adulta. Apesar de a preocupação pública com o tratamento de uma condição comportamental com medicamentos, os médicos continuam a prescrever medicamentos como Adderall, Ritalina de Dexedrina porque funcionam melhor do que qualquer outra coisa.
As drogas para TDAH pertencem à classe de estimulantes, que aumentam os níveis de dois neurotransmissores, ou mensageiros químicos no cérebro, conhecidos como dopamina e norepinefrina. Acredita-se que a dopamina desempenhe um papel na formação da memória e no início de comportamentos aditivos, enquanto que a norepinefrina tem sido associada com excitação e atenção.
Berridge diz que os cientistas sabem pouco sobre como as drogas para TDAH funcionam porque estudos passados examinaram os efeitos dos medicamentos em altas doses. Altas doses de estimulantes podem causar picos nos níveis de neurotransmissores no cérebro, que podem prejudicar a atenção e aumentar o risco de desenvolver dependência.
Berridge e sua equipe monitoraram os níveis de neurotransmissores em três diferentes regiões cerebrais diferentes: o córtex pré-frontal e duas áreas cerebrais menores conhecidas como acumbens, que foi associada com o processo de recompensa, e o septo medial, associado com alerta e movimento.
Trabalhando com ratos, os pesquisadores conduziram testes laboratoriais e comportamentais para assegurar que as doses das drogas nos animais eram funcionalmente equivalentes às doses prescritas aos humanos. Usando um tipo de sonda cerebral - um processo conhecido como microdiálise - os pesquisadores mediram a concentração de dopamina e norepinefrina nas três diferentes áreas cerebrais, tanto na presença como na ausência de baixas doses do medicamento.
Sob a influência de drogas para TDAH, os níveis de dopamina e norepinefrina aumentaram no córtex pré-frontral dos ratos. Entretanto, os níves no septo medial e acumbens permaneceram praticamente os mesmos.
"Nosso trabalho fornece importantes informações sobre a importância de considerar o córtex pré-frontal como alvo ao tratar o TDAH", disse Berridge. Em particular, se quisermos produzir novas drogas para TDAH, precisamos focar nos neurotransmissores no córtex pré-frontal.
Fonte: Biological Psychiatry , 26/06/2006
Embora milhões de pessoas dependam de medicamentos como a Ritalina para aliviar os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os cientistas não sabem com precisão como essas drogas agem no cérebro.
Mas o novo trabalho da University of Wisconsin-Madison está começando a esclarecer um pouco o mistério. Os pesquisadores relatam que essas drogas primeiramente atingem o córtex pré-frontal, uma região do cérebro que está associada com atenção, tomada de decisão e expressão de personalidade do indivíduo.
A descoberta pode ser inestimável na busca de novos tratamentos para TDAH e surge no momento em que existe uma grande preocupação pública sobre o abuso de medicamentos para TDAH.
"Tem havido uma grande preocupação sobre dar drogas potencialmente aditivas para crianças com TDAH", disse o principal autor Craig Berridge, professor de psicologia na UW-Madison. Mas para que surjam drogas melhores, precisamos primeiro saber como as drogas atuais agem".
Um distúrbio do comportamento que atinge tanto crianças quanto adultos, o TDAH é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e incapacidade de se concentrar. O National Institute of Mental Health estima que 2 milhões de crianças nos EUA sofram da doença, e entre 30 e 70% delas continuam apresentando os sintomas durante a fase adulta. Apesar de a preocupação pública com o tratamento de uma condição comportamental com medicamentos, os médicos continuam a prescrever medicamentos como Adderall, Ritalina de Dexedrina porque funcionam melhor do que qualquer outra coisa.
As drogas para TDAH pertencem à classe de estimulantes, que aumentam os níveis de dois neurotransmissores, ou mensageiros químicos no cérebro, conhecidos como dopamina e norepinefrina. Acredita-se que a dopamina desempenhe um papel na formação da memória e no início de comportamentos aditivos, enquanto que a norepinefrina tem sido associada com excitação e atenção.
Berridge diz que os cientistas sabem pouco sobre como as drogas para TDAH funcionam porque estudos passados examinaram os efeitos dos medicamentos em altas doses. Altas doses de estimulantes podem causar picos nos níveis de neurotransmissores no cérebro, que podem prejudicar a atenção e aumentar o risco de desenvolver dependência.
Berridge e sua equipe monitoraram os níveis de neurotransmissores em três diferentes regiões cerebrais diferentes: o córtex pré-frontal e duas áreas cerebrais menores conhecidas como acumbens, que foi associada com o processo de recompensa, e o septo medial, associado com alerta e movimento.
Trabalhando com ratos, os pesquisadores conduziram testes laboratoriais e comportamentais para assegurar que as doses das drogas nos animais eram funcionalmente equivalentes às doses prescritas aos humanos. Usando um tipo de sonda cerebral - um processo conhecido como microdiálise - os pesquisadores mediram a concentração de dopamina e norepinefrina nas três diferentes áreas cerebrais, tanto na presença como na ausência de baixas doses do medicamento.
Sob a influência de drogas para TDAH, os níveis de dopamina e norepinefrina aumentaram no córtex pré-frontral dos ratos. Entretanto, os níves no septo medial e acumbens permaneceram praticamente os mesmos.
"Nosso trabalho fornece importantes informações sobre a importância de considerar o córtex pré-frontal como alvo ao tratar o TDAH", disse Berridge. Em particular, se quisermos produzir novas drogas para TDAH, precisamos focar nos neurotransmissores no córtex pré-frontal.

domingo, 20 de julho de 2008

RELAÇÕES AMOROSAS DO ADULTO COM TDAH


Muito tem se falado atualmente sobre o TDAH e é grande o interesse, não só da sociedade, como de pesquisadores, médicos, psicólogos e educadores, devido aos prejuízos que sabidamente o transtorno de déficit de atenção costuma ocasionar na vida de seu portador, que na grande parte das vezes “desce”, literalmente, “o morro abaixo”, num “looping negativo”, do tipo “espiral decrescente”.Não é à toa que, provavelmente, nenhum outro distúrbio tenha sido tão estudado nos últimos tempos quanto o TDAH, que atinge cerca de 5 a 10% % das crianças em idade escolar, causando grande impacto na infância, juventude e na idade adulta. Pesquisa criteriosa feita no Brasil pela equipe do Prof. Rhode, encontrou uma incidência de 5,8% nos nossos jovens de 12 a 14 anos. Os estudos mostram também que aproximadamente 60 a 70% das crianças com TDAH evoluirão com sintomas da doença na vida adulta, onde a prevalência mundial para essa faixa etária (adultos) gira em torno de 4%, número bastante expressivo, por sinal.Uma pergunta emerge prontamente: onde estão os adolescentes e adultos portadores de TDAH? Infelizmente, a grande maioria deles nem sabe que tem o transtorno. Na verdade, a maioria nunca ouviu falar de TDAH. As pesquisas mostram que apenas uma pequena parcela dos nossos adolescentes e adulto recebe diagnóstico correto, algo em torno de 8%. Dos que recebem tratamento, a maioria ainda é submedicada.Não é novidade em nenhum país do mundo, que o transtorno acomete de modo adverso a qualidade de vida, não só do portador, mas também de toda a família envolvida na situação, exigindo de todos um grande esforço para entender e lidar com os sintomas do transtorno. Não é fácil conviver com o indivíduo portador de TDAH e muito menos fácil é ser o próprio portador. Tanto, que entre portadores de TDAH, o número de divórcios beira quatro vezes mais, quando comparado à população geral. As brigas são constantes, as queixas inúmeras, a falta de dinheiro quase sempre é a regra. Tudo fica decepcionante, frustante e desanimador. Dentre as discórdias amorosas, são comuns as queixas de atrasos freqüentes, mudanças de plano sem aviso prévio, esquecimentos de datas importantes (aniversário de namoro ou de casamento), falta de atenção quando o/a parceiro/a está de roupa nova, quando o computador se torna mais importante que ela, da falta de autocontrole, etc.Sabemos que o transtorno é caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, que associados ao prejuízo das funções executivas, característicos do TDAH, geralmente transformam a vida do portador em um verdadeiro caos, “às avessas”, não raro levando o indivíduo a querer fazer tudo e ao mesmo tempo, o que os deixa com muitas tarefas iniciadas e inacabadas, causando um grande sentimento de frustração, irritabilidade, impotência, entre outros.S., 29 anos, dois de casada, trabalha como agente administrativa há oito meses em um órgãopúblico, após ter pedido demissão do emprego para ficar em casa estudando (o que levou mais de quatro anos) até passar em um concurso público. Nesses quatro “longos” anos, conta S., teve que enfrentar a cara feia do marido, que precisou fazer hora extra no trabalho três vezes por semana, para poder dar conta do aumento dos gastos na família. Segundo S., o marido não a compreende, é injusto e impaciente. Por sua vez, o marido se defende, dizendo que S. fez vários vestibulares, custou a se decidir qual profissão queria, só concluindo a faculdade após ter trancado outras duas que havia passado e iniciado, anteriormente. “- E agora, depois de tanto sacrifício para ter o diploma, eu acho que ela deveria trabalhar na sua profissão e ir estudando em paralelo”, desabafou ele, mostrando-se cansado da instabilidade da esposa e das brigas que cada vez eram mais constantes em casa. Ficou evidente que o esposo tinha as suas razões também. O problema maior é que S. só conseguiu passar para um concurso de 2º grau, onde o salário era muito pequeno. E S. estava muito insatisfeita, deprimida, irritada, chorando sem parar e dizendo que odiava aquele trabalho monótono e burocrático. S. foi me procurar no consultório para me pedir uma licença, pois há mais de três semanas que tem chegado atrasada e que está com o serviço todo por fazer. E como se não bastasse, “para completar”, disse que o marido estava frio e estranho há algum tempo e que ela achava que ele a estava traindo com outra mulher (muita lágrima & muito choro rolaram nas sessões de S.).E é por caminhos íngremes e sinuosos assim que o portador do TDAH anda e tropeça. Tropeça e cai. Cai, se machuca e se fere, numa espiral decrescente de vida.E as histórias se repetem, sempre trazendo à baila vidas que não fluem como poderiam, o potencial que não consegue ter sido aproveitado plenamente (apesar da inteligência) como deveria, a vida sem dinheiro apesar de já ter feito tanta coisa, o salário tão baixo, pra quem estudou tanto, e por aí vai.Sabe, aquele/a adolescente que tranca a faculdade para fazer um intercâmbio e que volta sem vontade de retomar os estudos? Ou aquele rapaz/moça que pára os estudos e vai trabalhar como garçon/babá nos EUA e volta com uma atrás e outra na frente? Aquele/a adolescente que se forma, aos trancos e barrancos, mas diz que não gosta do que fez e que por isso não vai trabalhar na profissão? Aquele sujeito que interrompe os estudos, mesmo que pagando o preço de trabalhar duro em qualquer coisa, só pra calar a boca dos pais? O filho/a que trabalha pouco e ganha pouco e que nunca consegue o suficiente para se sustentar, vivendo anos e anos na casa dos pais? O/A adolescente que bebe/fuma em excesso desde nova? É claro que o TDAH não é o responsável por todos esses casos, e que nem todos os portadores de TDAH apresentam evoluções assim, mas fique atento! Sempre que um profissional atender casos semelhantes aos citados acima, é imperioso que se faça uma triagem para o TDAH. Porque é maios ou menos assim que muitos jovens e adultos poderão evoluir na vida. Lembrar que o TDAH é uma das condições que geram uma ou várias limitações na vida.Nos dias de hoje, com milhares de pesquisas científicas feitas sobre o TDAH ao longo do mundo, fica inadmissível que um profissional deixe passar um portador de TDAH sem diagnóstico correto. Fique claro que o TDAH/DDA deixa seqüelas emocionais crônicas em seu portador, como sentimento de fracasso precoce, baixa auto-estima e autoconfiança, sentimento de humilhação, instabilidade, descrença de si próprio, autocomiseração, entre outros tantos.Pensando nas crianças com TDAH, contribui para dificultar a vida delas o fato da vida fluir sob um ritmo tão acelerado e bem diferente do passado. As crianças modernas são “bombardeadas” por múltiplos estímulos e informações provenientes de veículos de comunicação como a televisão, o computador e a mídia em geral. Elas são superestimuladas a cumprirem uma agenda cheia e que exige um comportamento acelerado. Quando o ideal seria justo o contrário, ou seja, elas poderem desenvolver o autocontrole para executar uma tarefa de cada vez.Outro fato relevante é que muitas crianças e adolescentes vivem confinados em apartamentos, são transportados por veículos (quase nunca andam a pé) e muitas escolas não possuem espaço livre para correr, pular, brincar e extravasar energia, tão importante para quem possui o transtorno. Portanto, eles encontram mais dificuldade para acompanhar as exigências de um mundo cada vez mais competitivo, tornando-se alvo de atenção dos pais e educadores e não raro, são cada vez mais considerados problemáticos e o pior, são rotulados de incompetentes, irresponsáveis, preguiçosos e tantos outros adjetivos negativos que fazem a auto-estima desabar de modo vertiginoso, surgindo desmotivação ou até mesmo depressão ou outro problema emocional ou psiquiátrico, ao que chamamos comorbidade.A presença de comorbidades, no caso do TDAH, é a regra, e não a exceção. No TDAH, as comorbidades mais importantes são os transtornos de ansiedade, os transtornos do humor, o uso abusivo de álcool e ou drogas, os transtornos de conduta, a postura opositiva, os transtornos de aprendizado, os tiques, etc.O TDAH é reconhecido oficialmente por todos os países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, seus portadores são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola. O TDAH é um transtorno neurobiológico, fundamentalmente de causa genética, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida.Sabemos que pessoas que possuem o Transtorno de déficit de atenção e/ou hiperatividade têm dificuldades em prestar atenção, controlar suas emoções e as atividades excessivas.
Existem três tipos de TDAH, o desatento, o hiperativo e o tipo combinado (desatento e hiperativo).A falta de atenção sustentada é um problema. Por exemplo, a pessoa não mantém a atenção por muito tempo numa reunião, ao ler e ao escrever, parece que está no mundo da lua, se distrai com qualquer estímulo externo e não sabe de que ponto parou para reiniciar, e em conseqüência muda de atividade freqüentemente, deixando as coisas por terminar. Também perde muitos objetos por causa da sua desorganização.A hiperatividade é caracterizada pela dificuldade que a pessoa tem de esperar sua vez numa fila ou de falar na sua hora, interrompendo conversas. Fala sem parar e mexe-se constantemente, apresenta problemas para dormir, é impaciente e irritável e parece que está sempre “a mil por hora”.A impulsividade se traduz pela dificuldade em inibir comportamentos inadequados. Costuma-se falar e tomar atitudes sem pensar, o que muitas vezes cria problemas de relacionamento e até rejeição por parte das pessoas. Primeiro agem, para depois refletirem. Sofrem muito mais acidentes de carro e costumam dirigir perigosamente, em alta velocidade, além de apresentar mais problemas no trabalho e não gostarem de se submeter a regras e rotinas.É bom lembrar que tais comportamentos podem fazer parte da vida de qualquer pessoa, ou seja, que sintomas isolados não fazem o diagnóstico do TDAH. Só quando os sintomas estão presentes de forma exagerada e prejudicial em vários setores da vida (escolar, familiar e social) é que pode-se pensar na possibilidade de TDAH.Quem nunca viu uma criança super agitada que não pára quieta, com uma energia ilimitada e que age sempre sem pensar? Seu comportamento é impulsivo e desafiador, ela se arrisca constantemente criando muitos problemas por onde passa. Não respeita as regras e não consegue esperar por recompensas. E aquela criança que é desatenta, sonhadora, que não consegue arrumar seus pertences, parece que não ouve quando se fala com ela, também é impopular, pouco motivada, retraída e com dificuldades no aprendizado? Essas e outras podem ser situações bastante comuns no mundo do TDAH da criança.É crucial que programas informativos sejam elaborados para os pais, familiares e Educadores, para que o diagnóstico seja feito ainda na infância, pois caso contrário, mais jovens padecerão dos sintomas do transtorno e conseqüentemente, mais e mais adultos também.

Médicos alertam para o TDAH de ADULTOS


Reconhecido mais facilmente em crianças e adolescentes, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, distúrbio neuropsiquiátrico conhecido pela sigla TDAH, vem sendo diagnosticado a cada dia em maior número de pessoas adultas.
Dificuldades em manter a atenção e a concentração, descuido em atividades, inquietude e falta de organização são alguns dos sintomas clínicos mais comuns do TDAH registrados em adultos, segundo o psiquiatra Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília (APBr).

Em entrevista concedida ao Correio do Estado, MS, caderno B, 09/07/2007, Antônio Geraldo afirma que "entre 60% e 80% dos casos deste tipo de síndrome diagnosticados na infância prevalecem na fase adulta", e acrescenta que uma média de 11% das crianças que sofrem de hiperatividade tem um dos pais diagnosticados com TDAH. Conforme disse, estima-se que 4% dos adultos possam sofrer do transtorno. Além dos sintomas citados, estudos comprovam que os portadores do transtorno se envolvem em mais acidentes de trânsito que os demais, explica o Dr. Paulo Mattos, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em entrevista ao Correio do Estado, MS, 2007. "Quando os acidentes ocorrem com adultos diagnosticados com a síndrome, eles tendem a ser mais graves, indicando que o transtorno está relacionado à falta de atenção de forma a colocar em risco a vida das pessoas, portadoras ou não do TDAH", afirma Paulo Mattos.
Segundo a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), a ocorrência do TDAH não está atrelada a fatores culturais, ou como resultado de conflitos psicológicos. De acordo com eles, a explicação está em pequenas alterações na região frontal do cérebro, responsável pela inibição do comportamento e do controle da concentração.
Segundo a Dra. Evelyn Vinocur, especialista em psiquiatria de adultos e neuropsiquiatra em saúde mental da infância e adolescência, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem reduzir significativamente o impacto adverso causado pelos sintomas do TDAH em todos os setores da vida da pessoa, seja a nível social, afetivo, acadêmico ou laborativo. Para tanto, é essencial uma avaliação do nível de funcionamento na infância, adolescência e na vida adulta, história de vida detalhada, avaliação da história de adaptação psicossocial, avaliação cognitiva, sempre pensando nos possíveis diagnósticos diferenciais e presença de comorbidades.
O TDAH em adultos muitas vezes tem sido visto como uma doença camuflada, devido ao fato dos sintomas se internalizarem, ficando “mascarados”, dificultando muitas vezes que o especialista perceba a presença de problemas de relacionamento afetivo e interpessoal, de organização, problemas de humor, abuso de substâncias, ou até mesmo a presença de comorbidades.
Desta maneira, o diagnóstico pode se tornar difícil e os adultos e, principalmente as mulheres, ficarem sem diagnóstico e tratamento por muitos anos.
Outros sintomas observados com com maior freqüência no TDAH em adultos (quando comparados a pessoas sem o transtorno):
- Eles costumam apresentar dificuldade nos relacionamentos, com relações afetivas instáveis (separações, divórcios);
- instabilidade profissional que persiste ao longo da vida;
- rendimento abaixo de suas reais capacidades no trabalho e na profissão; -
- falta de capacidade para manter a atenção por um período longo;
- falta de organização (carente de disciplina);
- insuficiente capacidade para cumprir o que se comprometem; incapacidade para cumprir uma rotina; - esquecimentos, perdas e descuidos importantes;
- depressão e baixa auto-estima;
- dificuldades para pensar e se expressar com clareza;
- tendência a atuar impulsivamente e interromper os outros;
- dificuldades de escutar e esperar sua vez de falar;
- freqüentes acidentes automobilísticos devido à distração;
- freqüente consumo de álcool e abuso de substância.
Alguns sintomas apesar de não constarem no manual oficial dos transtornos mentais, DSM, são vistos com freqüência, tais como:
- baixa auto-estima;
- sonolência diurna (dormir como uma pedra);
- "pavio curto" (mistura de impulsividade e irritabilidade);
- necessidade de ler mais de uma vez para "fixar" o que leu;
- dificuldade de levantar de manhã, de se "ativar" no início do dia;
- adiamento constante das coisas;
- mudança de interesse o tempo todo;
- intolerância a situações monótonas e repetitivas;
- busca constante por coisas estimulantes ou diferentes e variações freqüentes de humor.
Dificuldades específicas da função de atenção: Adultos com TDAH apresentam uma tendência pronunciada de distração, esquecimento, repetições de erros, além de perderem coisas, não recordarem o que acabaram de ler, de necessitarem perguntar muitas vezes o mesmo e evitarem sistematicamente toda leitura que não seja do seu interesse específico. Geralmente envolvem-se em atividades de pouca atenção e concentração por apresentarem tais dificuldades. Isso não significa não prestar atenção nunca, mas em muitas ocasiões, ou na maioria delas a pessoa está dispersa, "no mundo da lua”.
No trabalho, custam a se organizar, permanecer atentas e terminar uma tarefa. O tempo que necessitam geralmente é muito maior do que se espera e rendem mais quando estão sozinhos. Mostram dificuldades também com a memória de trabalho, que permite os processos de comparação, processamento e emissão de uma resposta correta. Adultos com TDAH não são críticos quanto a suas dificuldades de atenção e poucos se dão conta do problema. Isto acontece porque sempre foram dispersos e desatentos, erram repetidamente, perdem coisas, não recordam o que acabam de ler, necessitam perguntar várias vezes a mesma coisa e evitam leitura que não seja de seu interesse específico. E são capazes de dormir ou desligar diante de assuntos que não lhe interessam diretamente, indicando que são pessoas que padecem de um problema de atenção. Muitas vezes mostram uma clara dificuldade para conseguir o mínimo de concentração suficiente para manter qualquer atividade.
Ser detentor do diagnóstico de TDAH não significa que não preste atenção nunca, e, sim, que em muitas ocasiões, ou na maioria das vezes, o paciente está disperso. Em outros momentos, pode permanecer concentrado e ser constante numa tarefa. Mesmo que o problema seja crônico não quer dizer que esteja sempre presente. Isto remete ao que muitos autores colocam de que portadores de TDAH mostram a atenção flutuante: em determinados momentos são atentos e em outros não.
O tratamento indicado pela ABDA é o multimodal, ou seja, uma combinação de medicamentos, orientação da família e acompanhamento profissional, pelo médico e também através da psicoterapia. Para o Dr. Paulo Mattos, a medicação é imprescindível e tem comprovação científica de eficácia no tratamento. "Pesquisas feitas com simuladores de direção mostram que adultos que sofrem do transtorno cometem mais erros que os normais. Também foi descoberto que estes erros tendem a ser diminuídos com a administração de remédios específicos", explica.
Além da medicação, o psiquiatra Antônio Geraldo explica que alguns fatores podem ajudar no cotidiano de pessoas que sofrem do transtorno, como o cumprimento de uma atividade por vez, evitando assumir muitas responsabilidades ao mesmo tempo, estabelecimento de prioridades e até realização de atividades físicas ao longo do dia ou da semana, que ajuda a manter o equilíbrio nas demais atividades do dia, especialmente as obrigatórias e/ ou chatas.
Nas mulheres :
No sexo feminino, os sintomas do TDAH aparecem de forma marcante através da desatenção, e não da hiperatividade e impulsividade, mais evidentes no sexo masculino. Além disso, elas são freqüentemente menos rebeldes e menos opositivas. Como a comorbidade com os transtornos de ansiedade e depressão são os sintomas mais freqüentes, as mulheres costumam ter uma instabilidade emocional importante, com possibilidades de freqüentes mudanças de humor.

+ DE 60 DICAS DA HELENA PARA LIDAR MELHOR COM O TDAH


GUIA/RESUMO DOS LIVROS PARA CONVIVER COM O TDAH

ARMAS CONTRA O TDAH
(RESUMO: POR SR. CASANOVA )
Antes de mais nada, eu recomendo a aquisição dos livros que usei como referência:
“Mentes Inquietas” Ana Beatriz B. Silva; [nota 10] 40 a 50 reais•
“Tendência à Distração” Edward Hallowell; [nota 10] 40 a 50 reais•
“No Mundo da Lua” Paulo Mattos; [nota 7] 30 reais•
“Um dia na Vida de um Adulto com TDA/H” Vera Joffe; [nota 7] 30 reais•

Artigos Cientificos colhidos em livros, jornais da área e internet;• Frequentar seminários, simpósios e palestras;
[Mas cuidado p/ não cair na cilada de ouvir uma tarde inteira de palestras sobre TDAH em crianças e só!]* Selecionei dicas p/ lidarmos melhor c/ o DDA no dia-a-dia, muita coisa é banal e extremamente óbvia, mas acho válido reforçar, transformar determinadas condutas em rotinas p/ que soframos menos c/ esquecimentos, procrastinações, impulsividade e/ou falha c/ administração de tempo e prioridades.
Do um Adulto com TDA e/ou H” de Vera Joffre, Livro “Um Dia na Vida de um TDAH:
1) ACORDAR DE MANHÃ: Comprar mais de um despertador barato e bem barulhento e deixar um(uns) dele(s) bem longe da cama ou em outra área do quarto.
2) O CHUVEIRO MATUTINO: Recomendamos ter um alarme ou relógio de cozinha (timer) para alertar o TEMPO que passar.
3) É bom continuar usando o relógio com alarme para completar as outras atividades da manhã: como tomar café e ler jornal. Finalidade: Não esquecer do tempo, “Lembrete Externo”.
4) PREPARE O MÁXIMO QUE PUDER NO DIA ANTERIOR: Roupa para o dia seguinte; lanche das crianças ou seu almoço; Diminuindo as atividades da manhã, menor é o risco antes de ir ao trabalho/aula/compromisso. (OBS MINHA: E menor tbm é o risco de esquecer as coisas) 5) A CAMINHO: Seguir uma rotina (OBS MINHA: odiamos rotina porra! Hehe) é recomendável. Se você vai de carro, não tente parar em lugar algum, se não fatalmente vai perder o tempo. (OBS MINHA: Isso é batata... Mas é quase irresistível não parar nesse “lugar algum” / Aprendi que chegar BEM MAIS CEDO é a melhor opção!).
6) CHECAR OS HORÁRIOS CONSTANTEMENTE: Com instrumentos “externos” [alarmes, relógios, lembretes e (OBS MINHA: ligações com “avisos transmitidos” de namorada(o)s, maridos, esposas, pais, hehehehe) p/ não perder o sentido deste elemento importante.
7) TRABALHO E RELACIONAMENTO COM COLEGAS: Eu já estou ‘grog’ de sono e tanto texto s/ compromisso, mas parece que ela sugere trocamos favores com colegas de trabalho, p.e. “você arruma minha mesa que eu te pago um café”. Um tipo de permuta...
8) Não importa o tipo de trabalho que você tenha, um princípio de alta eficácia é semelhante p/ os mais diversos trampos: Separar um tempo específico para realizar tarefas monótonas; (Para lembrar disso ter um sinal que faz barulho no compultador, celular, palm-top e de preferência que apareça visualmente).
9) Outra estratégia: Um calendário bem grande. Onde se escreva lembretes p/ si mesmo. Montar uma agenda de TAREFAS SEMANAIS e um tempo especial para realizar TAREFAS MONÓTONAS;
10) DEPOIS DO TRABALHO: Olhe sua AGENDA, “marque um tique” nas atividades que foram finalizadas e escreva as que você não concluiu (p/ que não esqueça de completa-las no dia seguinte, se necesssário). É bom reexaminar seu progresso freqüentemente, com a finalidade de saber se precisa de estabelecer NOVAS ESTRATÉGIAS p/ ajudar a completar tarefas monótonas e repetitivas do dia-a-dia.
11) Ao retornar para casa, aplique os mesmos métodos (ELEMENTOS EXTERNOS + LEMBRETES) p/ ajudar na rotina e não “boiar” no caminho. Se houver maior flexibilidade, pode se exercirtar ou fazer atividades de relaxamento que são altamente recomendáveis para o cérebro.Parte inferior do formulário12) EM CASA tb é importante deixar horário especifíco p/ tarefas como supermercado, faxina, lavar roupas... Com o horário na AGENDA você nunca é pego de surpresa quando realmente precisar da casa limpa, para receber alguém, por exemplo.
13) Se você mora com outras pessoas pode receber ajuda delas, para lembrar e realizar tarefas monótonas em conjunto.
14) Se você mora sozinho, pode fazer (COMO EU FAÇO hehehe), pedir que os outros sejam auxílios externos avisando sobre compromissos pelo telefone.
15) PAGAR CONTAS: ODIAMOS FAZER ISSO!!! É fundamental ter um LUGAR p/ colocar a correspondências/contas. Saber onde os envelopes estão e colocá-los em ORDEM CRONOLÓGICA em uma pasta com dias do mês (isso ajuda muito – OBS: Preciso fazer isso! hehe). Isso serve para outras tarefas, como correio, lembrar aniversários e datas importantes (pelo menos na minha ótica e necessidade diante do retardado e memória debilitada)...
16) VIDA SOCIAL, RITUAIS e FERIADOS: Se estiver planejando sair com alguém: amigo, namorada, filhos, é melhor evitar um lugar barulhento, que tenha muitas distrações. (OBS MINHA: Isso se você sentir que a pessoa necessita realmente de sua atenção, do contrário não vejo o menor problema – aí devemos ter o bom senso de diferenciar o primeiro encontro com um guria de um simples passeio com a família ou amigos bêbados).
17) Também é importante pensar na sua habilidade social: Você grita quando fala? Você é impulsivo? Você consegue escutar alguém sem interromper? Você já está pensando na próxima coisa que vai falar e não escuta o que o outro está falando? (OBS MINHA: Que merda, me enquadrei em todos os casos). É importante você medir o feedback de amigos, familiares, e especialmente esposa(o) quanto à comunicação e comportamentos sociais.18) Além disso é importante cumprir horários! ). Mantenha em um (LÓGICO! MINHA: matenha anotadoLcaderno/quadro/agenda/arquivo de computador (OBS em TUDO de uma vez pra não ter erro, hehe) DETALHES DE EVENTOS ESPECIAIS: Listas de preparatórios do Natal, pessoas para mandar cartões, comprar presentes; Páscoa; Aniversários de nascimento, namoro, casamento, planejamentos de viagens e eventos grandes, blá blá... E todo ano a lista deve/pode ser atualizada. (No caso do Natal, se vc tem o habito de comprar presentes – antecipar as compras no ano seguinte é mto mais negócio.
19) EDUCAÇÃO: É importante que seus familiares aprendam sobre DDA/H em adultos e como este transtorno afeta sua vida e a de todos a sua volta. Leia livros a respeito. Ter um grupo de profissionais te acompanhando também ajuda: médico para o tratamento com medicamentos, terapeuta e família agindo como um time, Também é bom ir a palestras e conferências.
20) Há organizações que oferecem encontros de portadores de DDA/H e de pais de portadores. (Ex. www.TDAH.org.br, que oferece informação cientifica e de apoio, informa sobre encontros em vários locais do Brasil). Algumas cidades têm grupos de Apoio, onde se pode trocar idéia com DDAs e fazer coaching em grupo. A troca de idéias e experiências, por si só, já é ótima!
21) SAÚDE: Aspecto importante na vida de um adulto com DDA/H, já que ele tem mais propensão a esquecer de marcar os horários de visitas rotineiras com médicos, check-up anual, visita a cada 6 meses ao dentista e mamografia (p/ mulheres).
22) Atividades semanais e diárias tb são propostas como, um sistema de exercícios, sendo que um lembrete externo auxiliaria a completar tal rotina. Ir a academia logo depois do trabalho acompanhado de um camarada ou esposa, aumenta a probabilidade de não furar.
23) É importante tomar conta de outros FATORES DE SAÚDE, pois certas COMORBIDADES freqüentemente acontecem com adultos com DDA/H, como sintomas de depressão, ansiedade e transtornos de humor.24) Há também maior probabilidade de acidentes autobomilísticos, problemas com BEBIDAS e consumo de DROGAS.
25) DDAs correm mais risco de vida, pq não tomam conta de sua saúde e, qdo não tratados, usam mais drogras de agem de forma mais arriscada. Por exemplo, há mais gravidez não planejada e maior ocorrência de doenças venéreas em adultos DDA/H e tb tomar precauções a respeito da saúde, impulsividade e ao dirigir um automóvel.
26) Como adultos com DDA/H têm dificuldade de adormecer e de dormir à noite sem interrupção, é importante limitar o consumo de CAFEÍNA A NOITE.
(OBS:Pq tô acordado até agora? Chuta)
Do Livro “Mentes Inquietas” Ana Beatriz B. SilvaPARTE #1
1) Informação e Conhecimento: “Saber é Poder!”
2) Elaboração de tratamento: Que seja eficaz e confortável!
3) Postura Ativa!!!
4) Estudar sobre: DDA, remédios, terapias, alimentação, esportes e auto-superação.
5) Buscar médicos capacitados: Fazer pesquisa sobre o curriculum, indicações, etc.
6) Estender informações (sobre DDA) aos familiares, amigo(a)s, namorada(o)s...PARTE #2
1) Apoio Técnico: Criar-se uma rotina pessoal que facilite a vida prática;
2) Estabelecer Horários: (1) Produtivos (2) Repouso (3) Atividades Físicas (4) Refeições.3) Pedir ajuda: aos parentes ou companheiros de casa e/ou terapeutas.4) Organizar cronogramas: (1) Obrigações (2) Projetos (3) Lazer5) Usar Agenda! Conferindo toda manhã.6) Usar Blocos e Canetas! Para Lembretes.
PARTE #3
1) Medicamentos: A Ritalina é considerada até agora a melhor com 80% de eficácia segundo a média dos estudos cientificos.
2) Não basta tratar só o DDA se há comorbidades, deve-se priorizar a comorbidade associada se ela afeta sua vida mais do que o DDA.
3.1_Estimulantes: Ritalina, Dexedrina, Cylert- Aumentam a concentração;- Diminuem a impulsividade;- Reduzem a ansiedade e depressão;Outros possíveis Benefícios:- + Atividade, + Planejamento, + Previsão, + Análise das Conseqüências, + Ponderação;- Ação Equilibrante;- Menor ganho de peso (reduz bastante o apetite – OBS minha: não sei se isso é um benefício);
3.2_Antidepressivos: Bupropiona e Desipramina (são as mais comuns em quem é DDA), Sertralina, Fluoxetina, Lexapro, Paroxetina, Venlafaxina, Imipramina, etc.
3.3_Acessórios: Proponolol (anti-hipertensivo), Clonazepam (ansiolítico), Clonidina (anti-hipertensivo – mas geralmente usado em crianças TDAH), Carbamazepina, Lítio, Nadolol, etc.
OBSERVAÇÕES:
1) A medicação é apenas mais uma etapa, um complemento util e poderoso no processo global.
2) (OBS minha: Pode gerar) Estabilidade emocional para viver bem.29/12/2006 13:52
3) DICA: Associar com rituais diários para não esquecer de tomar (como hora de acordar, hora de tomar banho, hora de comer, hora de dormir, etc.).PARTE #4
1) Psicoterapia: Diretiva, Objetiva, Estruturada, Orientadora a metas. Psicoterapia de “conversinha”/autopercepção é INADEQUADA. Para nós o que serve é o chamado “Coaching”.
2) Metas – Cognitivo-Comportamental – Reestruturação
3) Mudanças nos afetos e comportamentos
4) Substituir “crenças”, pensamentos, interpretações NEGATIVISTAS e formas de pensar e perceber o mundo menos depressogênica e ansiogênica e mais baseadas na REALIDADE.
5) “Tarefas de Casa”, Planejamento, Enfrentamentos Graduais, Estabelecimento de uma Agenda que estruture Rotinas de atividades que proporcionem prazer e satisfação.
6) Educação sobre o problema!
7) Instrução para mudar comportamento e interpretações.
4.1) Foco da Terapia Cognitivo Comportamental (Coaching):
1) Perseguir Objetivos!
2) Treino em solução de problemas; Habilidades sociais, relaxamentos, estabelecimento de agendas de atividades rotineiras e objetivas e reestruturação de formas de pensar e lidar com ‘problemas prejudiciais’.
3) Minimazar comportamentos impulsivos negativos nas relações sociais e afazeres cotidianos;Para ANSIOSOS [OBS minha: essa deve ser a parte mais complicada]:
1) Idenfiticação de problema e “diversas soluções”;
2) Habito de ponderar cuidadosamente, em vez de reagir impulsivamente sem ter avaliado antes as conseqüências possíveis;
3) Aumentar tolerância a frustação;
4) Minimizar típica ruminação ansiosa;
5) Melhorar qualidade das interações sociais, minimizando impacto de atividades e falas impulsivas e irrefletidas.
6) Compreender ponto de vista dos outros e não interpretar preciptadamente suas atitudes e intenções.
7) Defender pontos de vista de forma respeitosa e ponderada.PARTE #5
OBS minha: Já vi muitos profissionais quesitonando e criticando essas “táticas”, mas está no livro – nem sabia que isso fazia parte de algumas TCCs):
29/12/2006 13:52
5.1_Reeducação na respiração, postura e relaxamento. –Agenda Semanal;- Horário Fixo para Tarefas Especifícas;- Exercícios Físicos (pois manejam o estresse);- Reeducação Alimentar (menos cafeína)
Do Livro “No Mundo da Lua” de Paulo Mattos
PARTE #1-
1-Essencial fazer o diagnóstico, testes neuropsiquiatricos/psicologicos.
PARTE #2
1) Medicamentos fazem a diferença!
2) Psicoterapia será muito eficaz, desde que o paciente use remédios.
3) Os medicamentos apresentam muito mais benefícios do que os eventuais riscos de viver sem eles.
4) Os medicamentos recomendados são os que aumentem a dopamina e noradrenalina
.5) Psicoterapia é COMPLEMENTO do tratamento farmacológico. Promove administração melhor dos sintomas.
6) MEDICAMENTOS por ordem de “sucesso/eficácia” nos tratamentos:Tipo A: Ritalina e Concerta (os mais eficazes para DDA)Tipo B1: StratteraTipo B2: Trofanil, PamelorTipo B3: Efexor, WellbutrinTipo B4: Clonidina
7) Interações comuns: Ritalina + Clonidina ou Ritalina + Remédios especificos para fobia, depressão e/ou ansiedade (comorbidades são comuns em DDAs adultos – segundo pesquisas apresentadas, a maioria dos DDAs diagnosticados na fase adulta apresentam pelo menos 1 comorbidade – mais de 90%!);8) Medicamentos NÃO curam DDA, mas ajudam a normalizar os neurotransmissores, outro lado da moeda: podem causar dependência, mas é raro, basta usar com cautela.
9) O tratamento é longo. Pode ser/É provável que seja p/ vida toda, principalmente se começar só na fase adulta.
PARTE #3
1) Melhorias no tratamento, maior controle na desatenção, hiperatividade e impulsividade.
2) P/ Transtorno de conduta séria não melhora, melhora casos de depressão, mas podeaumentar a ansiedade.
3) Ritalina mostrou algo em torno de 70% de eficácia nos estudos cientificos analisados.
4) Remédios alternativos para quem não logrou sucesso com a Ritalina: Anticonvulsivantes, neurolépticos, tranquilizantes, beta-bloqueadores ou lítio.
29/12/2006 13:53
5) O Metilfenidato ou essas outras drogas, promovem reabilitação da atenção cognitiva.
6) Não existe qualquer comprovação cientifica sobre a eficácia de medicinas Homeopática, Ortomolecular e Fitoterápica no TDAH, pelo menos, segundo os diversos estudos cientificos que o autor teve acesso.Da Palestra que assisti c/ profissionais conceituados da área,à no que consiste a Terapia Cognitivo Comportamental, mas creio que parte pode ser feita por nós mesmos e também com empurrãozinho de parentes, conjuges, namoradas, irmãos, pais, alguém que more junto e/ou tenha contato diário conosco:
1) A TCC visa minimizar todos os sintomas do DDA e secundários (das comorbidades) através de técnicas comportamentais;
2) Há Tarefas de casa;
3) Psicoeducação: Conhecer seus próprios limites;
4) Reestruturação interna: Terapia (nova compreensão de si mesmo);
5) Reestruturação externa: Modificação do ambiente; estruturar detalhes da vida cotidiana; aperfeiçoamento da organização e controle;
6) Métodos de estudo;
7) Administração do tempo;
DICAS:
1) Listas, lembretes, anotações, celular, secretária eletrônica, quadro de avisos, cronogramas. Isso tudo nos ajuda a ter um norte maior, não nos perdemos no tempo e esquecer compromissos.
2) Aprendizagem por contigencias.
3) Elaboração prévia da melhor maneira de agir.
4) “Situações problema” devem ser antecipadas.
5) TCC: Reforço [de comportamento desejável]: Motivador.
6) TCC: Subtarefas: Porções diárias.
7) Limite de tempo PRECISO.
8) HABITO: Lugar fixo para estudos/trabalhos de casa.
9) HORÁRIOS FIXOS. HallowellàDo Livro “Tendência à Distração” Edward
1) EDUCAÇÃO: Repense a visão que tem de si mesmo e a compreensão das várias formas que o DDA assume irá julgá-lo não apenas a reconhecer como ele o afeta, mas também a explicar a síndrome àqueles que estão a seu redor – família, amigos, colegas, professores;
2) TRATAMENTO: Não é passivo; Em adultos, o processo de educação é direto:
2.1) Leituras
2.2) Palestras
2.3) Conversas com especialistas29/12/2006 13:54
2.4) Conversas com outros DDAs
2.5) “Aos poucos se aprende o que for possível sobre o tema”
3) ESTRUTURA: Rearranjo e reestruturação da vida, tanto interna como externamente.
3.1) Se livrar de percepções negativas a respeito de si mesmo sustentadas por muito tempo; essa é a reestruturação interna; A pessoa rearranja os detalhes práticos e sua vida cotidiana, estabelecendo meio de aperfeiçoar sua organização e controle; essa é a reeconstrução externa.
3.2) A estrutura é a questão central do tratamento do DDA. Pode ter resultados surpreendentes.3.3) Está relacionada a:Listas;-Lembretes;-Anotações;-Cadernos de apontamentos;-Sistemas de arquivamento;-Quadros de avisos;-Cronogramas;-Recibos;-Caixas de entrada e saída de correspondência;-Secretárias eletrônicas;-Sistemas de computação;-Despertadores de mesa e pulso;-A estrutura diz respeito ao conjunto de controles externos que a pessoa estabelece para compensar seus controles internos, nos quais não pode CONFIAR.-
Um sistema de controle externo é ESSENCIAL.-Você insere certos compromissos ou obrigações regulares no padrão de sua semana de modo a atendê-los automaticamente.- Você começa fazendo uma lista de todas as suas tarefas regulares, obrigações e compromissos a cada semana – seus gastos fixos de tempo, digamos assim. Em seguida você faz uma GRADE de sua semana em um CALENDÁRIO ou cadernos de apontamentos, encaixando cada obrigação fixa em um período REGULAR DE TEMPO.-Com o tempo, esses compromissos (podem) enraizar em seu subconsciente. (OBS: o “podem” é por minha conta).-Usando planejamento padrão, você poderá colocar sua vida nos trilhos. É incrível quanta energia mental pode ser necessária para planejar essas monótonas tarefas cotidiana, e como o planejamento padrão por FACILITA-LAS.
29/12/2006 13:56
Dicas EXTRAS (colhidas de conversas parentes, psicologos, neurologistas e naàinformais com portadores de DDA, internet):
1) As vezes comprar um protetor auditivo (isolando sons do meio ambiente), ajuda a ler sem perder o foco com barulhos externos.
2) Contar até 10 antes de falar algo movido pela “impulsividade” (OBS MINHA: haha, parece fácil falando...)
3) Planejamento é fundamental, só que temos que conhecer nossos limites, não adianta se matricular em “trocentos cursos” ao mesmo tempo, pois no final das contas não conseguimos concluir nenhum.
4) Pra quem tem problemas de sono, algo natural que pode induzir ao sono sem causar dependência e ainda é um ótimo antioxidante é a MELATONINA. Mas há quem diga que pode comprometer a produção endogena da mesma. É vendido só nos EUA por laboratórios conceituados como OPTIMUM e SATURN. Também ajudaria na memória, pois se dormimos mais, o cérebro agradece.
5) Já vi muita gente recomendar técnicas de respiração, Yoga, que seria altamente eficaz. Mas os neurologistas em sua maioria condenam essas práticas alternativas, e essas condenam o uso do remédios.
Minha opinião: Devemos controlar os sintomas e lograr progressos apelando em todos os campos! Remédios da alopatia + fitoterapia + terapia cognitivo comportamental + livros + palestras + encontros + visitas regulares ao neurologista/psiquiatra, frente dietética, comportamental, etc. Daniel Amen [NÃO LIà“Transforme Seu Cérebro, Transforme sua Vida” de ESSE LIVRO, só tenho esses trechos de alternativas ao controle do DDA]1) Pessoas com problemas no Córtex Pré-Frontal (OBS: DDAs por exemplo) já têm uma tendência natural a “buscar conflito”, mas é importante se manter calmo e firme, mesmo quando provocado: -Não grite;-Quanto mais a voz dela aumenta, mais sua voz deve diminuir.-Se você sente a situação começar a sair do controle, dê um tempo. Dizer que você precisa ir ao banheiro pode ser uma boa receita.Provavelmente a pessoa não vai tentar impedi-lo. Pode ser uma boa idéia Ter um livro grosso em mãos, caso a pessoa esteja realmente transtornada e você precise se afastar por um longo período.-Use de humor (mas não humor sarcástico ou bravo) para apaziguar a situação.-Seja um bom ouvinte. Diga que você quer entender e trabalhar a situação, mas só pode fazer isso quando as coisas estiverem tranqüilas.
2) A intervenção nutritiva pode ser especialmente útil nessa parte do cérebro. As melhores fontes de proteína que eu recomendo são as carnes magras, ovos, queijos magros, nozes e legumes, que ficam mais equilibradas com uma porção saudável de vegetais. Um café da manhã ideal consiste de uma omelete com queijo magro e carne magra, como a de frango. Um almoço ideal consiste de atum, frango ou salada de peixe fresco, com legumes mistos. Um jantar ideal contém mais carboidratos, para equilibrar a refeição com carne magra e legumes. Eliminar açucares simples (como nos bolos, doces, sorvetes e guloseimas) e carboidratos simples, que são prontamente quebrados em açúcar (como pão, massa, arroz e batatas), terá um impacto positivo no nível de energia e aquisição de conhecimento. Essa dieta ajuda a elevar os níveis de dopamina no cérebro. É importante observar, no entanto, que essa dieta não é ideal para pessoas com problemas no cíngulo ou de concentração excessiva, que geralmente se originam de uma relativa deficiência de serotonina. Os níveis de serotonina aumenta, a dopamina tende a decrescer e vice-versa. Suplementos nutritivos podem também surtir efeito positivo nos níveis de dopamina do cérebro e melhoram o foco e a energia. Eu freqüentemente faço meus pacientes tomar uma combinação de tirosina (500 a 1.500 miligramas duas ou três vezes ao dia); sementes de uva OPC (oligomeric procyanidius) ou casca de pinho, encontradas em lojas de produtos naturais (meio miligrama por quilo do peso do corpo); e gingko biloba (60 a 120 miligramas duas vezes ao dia). (OBS DO MEU NEURO: BOBAGEM, PODE TENTAR...)Parte inferior do formulário
29/12/2006 14:06 plus bizarrice).
Esses suplementos ajudam a aumentar o fluxo de dopamina e o fluxo sangüíneo no cérebro e muitos dos meus pacientes relatam que eles ajudam na energia, na concentração e no controle de impulso. Se quiser tentar esses suplementos, fale com seu médico. [OBS MINHA: Conversando com alguns neurologistas, eles me disseram que isso não faz a menor diferença no trato c/ o DDA, mas que uma alimentação regrada é importante em qq contexto] 3) (OBS: Isso é bizarro!!!) Tente o Foco Mozart? Um estudo controlado descobriu que ouvir Mozart ajudava crianças com DDA. Rosalie Rebollo Pratt e colegas estudaram 19 crianças com DDA, entre os sete e dezessete anos. Eles tocavam discos de Mozart para as crianças, três vezes por semana, durante sessões de biofeedback de ondas cerebrais. Eles colocavam o 100 Masterpieces , volume 3, que incluía o Piano n.º 21 em dó, O Casamento de Fígaro , o Concerto para Flauta n.º 2 em lá, Don Giovanni e outros concertos e sonatas. O grupo que ouvia Mozart reduzia sua atividade de ondas cerebrais teta (ondas lentas que são freqüentemente excessivas no DDA) ao ritmo exato do compasso subjacente da música; e exibia melhora de concentração e controle de humor, diminuindo a impulsividade e aumentando a habilidade social. Entre os sujeitos que melhoraram, 70 por cento mantiveram essa melhora seis meses depois do fim do estudo e sem treinamento posterior. (Estas descobertas foram publicadas no International Journal of Arts Medicine, 1995.)eu tirei do orkut, do Sr. Casa Nova. Nunca mais ví ele no orkut.....Aproveite estas dicas, imprima-as e guarde-as e envie-as para quem estiver necessitanto......Um abraço eBoa sorte a todos!Helena